Na hora de decidir morar em uma casa ou apartamento diversos fatores podem interferir nessa escolha. Para ajudar você, destacamos algumas características de cada moradia, que podem ser interpretadas como boas ou ruins de acordo com a personalidade e estilo de vida de cada pessoa.Veja as principais diferenças entre os dois tipos de imóveis.

Morar em casa:

Em geral, as casas são ideais para famílias. Normalmente, o destaque fica por conta de um pátio maior onde as crianças podem correr e brincar, possibilitando aos pais supervisioná-las mais de perto. Com uma área maior, a organização dos bens pessoais também é facilitada. Veja as principais diferenças dos dois tipos de imóveis:

  • Áreas externas amplas, facilitando a vida de quem gosta de ter animais de estimação de grande porte e muitas plantas, podendo até mesmo ter árvores frutíferas.
  • Maior privacidade.
  • Liberdade para criar suas próprias regras.
  • Possibilidade de modificar o imóvel, fazer uma reforma ou aumentar o número de cômodos.
  • Ter uma piscina exclusiva.
  • Garagem própria.
  • Não tem custos com condomínio.
  • Manutenção mais trabalhosa.
  • Gastos maiores com segurança: alarmes na residência e vigilância no bairro.
  • Nem sempre se conhece tão bem a vizinhança.

Morar em apartamento:

Apartamentos são ótimos para quem procura segurança e praticidade no dia a dia. Em geral, são solteiros ou casais jovens que preferem esse tipo de moradia, por passarem muito tempo fora de casa. Com mais opções disponíveis no mercado, eles também são opção de muitas famílias.

  • Maior segurança.
  • Serviço de portaria facilitando a entrega de produtos e correspondências.
  • Não há preocupação com manutenção em geral, apenas do próprio apartamento.
  • Limpar e conservar a residência é mais fácil devido a área menor.
  • Em condomínios maiores, você pode ter área de lazer ampla, com piscina, academia, salão de festas e playground.
  • Diversas regras de convívio e de condomínio definidas em assembléia pelos condôminos, restringindo bastante os hábitos individuais.
  • Garagem com vagas limitadas, geralmente não podendo ser utilizada por visitantes.
  • Qualquer área considerada comum tem horários e normas que devem ser cumpridas por todos os condôminos.
  • Maior preocupação com barulho.
  • Custo com condomínio.

Independente da sua escolha, o importante é sentir-se bem em seu lar. Além disso, gostos e necessidades mudam o tempo todo, então nunca descarte a possibilidade de mudar para uma nova residência com características completamente diferentes. Muitos casais, por exemplo, acabam saindo de apartamentos ao optarem por aumentar a família. Se você não consegue se decidir entre qual dos tipos é melhor para seu estilo de vida, ainda existe o “meio-termo”, os condomínios horizontais, que aliam a segurança dos prédios com a maior liberdade das casas.

Fontes: Revista Casa e JardimFinanças Práticas e Exame.com

 

 

 

 

 

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